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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Viagem a Santiago do Chile (parte 2)



Oi pessoal, aqui fala Raylane, como estão? Pois é, depois de um tempo volto com as dicas sobre Santiago do Chile. Vou tentar ser sucinta, mas foram muitas atividades, então não vou afirmar – hahahaha. Como é muita coisa, resolvi dividir pelos dias. Então vamos lá!


1º dia

O primeiro dia foi o mais exaustivo e, possivelmente, o mais atarefado. Chegamos em Santiago por volta de 12h30 (aqui no Brasil seria 13h30). Já havíamos combinado com uma empresa para nos levar do aeroporto até o local que alugamos.


 A Epicentrosur foi uma ótima escolha. O pessoal é bem prestativo e simpático. Desde o que nos atendeu a primeira vez (Alejandro Molina) até o motorista da van (Marcelo). Falei com Alejandro por whatsapp e combinamos tudo via e-mail. Abaixo vou deixar os contatos da empresa caso alguém tenha interesse. 


Pagamos CL$ 8.000,00 (oito mil pesos chilenos) cada pelo traslado (também fomos com a empresa para a Cordilheira dos Andes). Ficamos um pouco apreensivas para pegar a van, já que não tinha outros clientes, mas foi super tranquilo. Marcelo conversou conosco num portunhol bem compreensível e nos mostrou um pouco da cidade enquanto estávamos indo para o apartamento.  


DICA: Sempre tem empresas de traslado no aeroporto, então não tem perigo de ficar sem ter como ir para o hotel. Mas não sei o valor que eles cobram, pois, como já estavam nos esperando e eu não imaginava fazer posts para o blog, não lembrei de perguntar.  

Chegamos ao prédio e o apartamento ainda não estava pronto. Esperamos um pouco e logo chegou o senhor Luiz Martínez - falei dele no post "Viagem a Santiago do Chile (parte 1)". Como eu já contei, pagamos o aluguel adiantado (em reais) e ele nos deu um mapa da região central da cidade. 
 

Após acertar o aluguel e receber a senha do wi-fi (sim, essa foi uma das primeiras coisas que perguntamos, até ali não havíamos avisado a ninguém que chegamos sãs e salvas) fomos para a Rua Augustinas. Sabíamos que lá é a melhor para trocar dinheiro, pois pesquisamos tudo antes. Na rua tem várias casas de câmbio para você escolher a melhor cotação. Também tem casas de câmbio na Calle Moneda, mas na Augustinas tem mais. Trocamos uma parte do dinheiro e ficamos sem mapa (pois é, deixei o mapa na Casa e só percebi depois que voltamos pra casa). Não tivemos dificuldade em achar a rua, pois o prédio que escolhemos ficava apenas a alguns quarteirões.


Depois de trocarmos o dinheiro (não sei se já mencionei, mas andávamos com aquelas bolsas que você coloca por dentro da calça) fomos ao supermercado. Esse não foi tão fácil de achar, já que eu perdi o mapa. Luiz havia nos explicado como encontrar, mas nos perdemos. Perguntamos a umas três pessoas, andamos uns 20 minutos e na volta pra casa percebemos que ele ficava a apenas cinco minutos de onde nos hospedamos. Os preços do supermercado são bem ok. Nem muito caro, nem muito barato, achei parecidos com os do Brasil.


À noite fomos ao Costanera Center conhecer as lojas (o shopping é enorme, seis andares se não me engano), não compramos nada, as lojas são meio caras, até as de departamento. Mas fomos com intenção de ir ao Hard Rock, que fica numa das entradas do shopping, e foi uma das melhores noites. O atendimento é ótimo, os garçons são gente fina (e lindos, o que era aquilo, hein?). A música, nem se fala. O ambiente é todo decorado, cheio de roupas dos famosos, instrumentos musicais, ainda tem o jogo de luzes, enfim, encantador mesmo. A única parte ruim foi esperar pra sentar. Estava bastante cheio. Depois de uns 30 minutos um dos garçons perguntou se queríamos ficar na parte do balcão até esvaziar alguma das mesas, mas gostamos tanto do lugar que ficamos por lá mesmo. Como já havíamos olhado o cardápio no Facebook, resolvemos comprar uma Piña Colada que vinha num copo enorme (vejam nas fotos) e, o melhor de tudo, você levava um copo- igual ao do seu drink- pra casa. É carinho, CL$ 8.990,00, mas garanto que vale a pena. Nesse dia só tomamos um drink mesmo, havíamos jantado em casa.

Bom, é isso. Se tiverem alguma pergunta, não hesitem! E lembrem-se, há o costume de deixar 10% de comanda para os garçons (não só no Hard Rock, mas em toda a cidade) e eles chamam de “propina”. Abaixo deixo umas fotos. Espero que as informações ajudem aos que pretendem conhecer a cidade. Boa viagem!




DICA: Na lojinha de conveniência tem muita coisa bacana, mas os preços são bem salgados, então vá preparado!  Fernanda ainda levou dois chaveiros (ou foram broches?) na último dia.





Contato Epicentrosur:

Na parte inferior do site vocês encontram: e-mail, telefone e whatsapp.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O meu primeiro dia na Alemanha

Nós chegamos no sábado. Dia difícil para mim, pois como eu estava com o horário do Brasil na cabeça, eu não conseguia fazer as coisas direito. Eu só queria dormir.

Após sair do aeroporto seguimos para Leimen, que é onde moramos, lá tomamos um farto café da manhã com Marcel e sua família (eu sempre esqueço de tirar fotos quando vou lá).

Em seguida fomos para casa e eu fui dormir. Os meninos foram fazem compras. À tarde almoçamos pizza (mais uma vez sem foto) e eu voltei a dormir.

Quando era aproximadamente 17 horas, Júlio me acordou e disse que precisávamos sair em 30 minutos para o jantar na casa de Vanessa. Eu corri e me arrumei.

O horário marcado para o jantar era 18 horas e nós chegamos lá às 17:59 (isso é que é pontualidade, algo muito observado aqui, nada de horário latino).

O jantar estava delicioso,  era uma massa com molho vermelho, a sobremesa era tiramisú e ainda foi acompanhado de cerveja e vinho (Eu não tirei fotos, pois era a primeira vez que eu estava saindo com as pessoas, fiquei sem graça).

Finalizado tudo, a ordem era ir para Heidelberg, comemorar a minha chegada e a de Júlio e fazer um giro nos bares mais legais, mas claro fazendo degustação.


Fim, pessoal.

Beijos!

sábado, 4 de outubro de 2014

9 lugares para visitar em Berlim

Oi, pessoal!

Eu estou fazendo uma pequena viagem para Berlim esse final de semana, então eu fiz a minha pesquisa sobre as melhores atrações da cidade.

Eu tenho quase certeza que não vai dar tempo de ver tudo o que eu quero, mas pelo menos ficarão listados aqui no blog os lugares mais interessantes para se conhecer, caso alguém fique interessado.



1. Muro de Berlim

É apenas um pedaço do que um dia foi o muro que dividia a Alemanha em Ocidental e Oriental, mas ainda sim uma parte viva da história do mundo, dividido na época em socialismo e capitalismo. Há também o Memorial do Muro de Berlim, localizado na Bernauer Strasse.

2. Portão de Brandemburgo

É um dos portões que sinalizava a entrada da cidade de Berlim, quando esta ainda era dividida pelo muro. E é um lindo lugar para tirar fotos.

3. Palácio de Reichstag

Nada mais é do que o Parlamento alemão, vale a visita só pela história envolvida no lugar, mas admirar a arquitetura e tirar inúmeras fotos é uma boa pedida. É possível visitar a cúpula e o terraço do edifício, mas para isso é preciso fazer uma inscrição online antes.

4. Memorial do Holocausto

É um local com mais de 2 mil blocos de concreto - ao meu ver representando lápides de judeus mortos no Holocausto - e com uma sala com toda a informação relativa a perseguição aos judeus. Quem estiver perto do Portão de Brademburgo deveria aproveitar e passar por lá.

5. Ilha dos Museus

O local é uma praça rodeada pelos 5 mais importantes museus da cidade, o Museu Antigo, o Museu Novo, o Museu Pergamon, o Museu Bode e a Galeria Nacional Antiga. Além, é claro, da Catedral de Berlim.

6. Berliner Femsehturm (Torre de TV)

É um dos edifícios mais altos da Europa e tem uma vista espetacular da cidade. Ela foi usada como símbolo da Alemanha Ocidental - mais um pouco da história.

7. Gendarmenmarkt

É uma das praças símbolo da cidade, por ser considerada por muitos a praça mais bonita e mais harmônica do mundo. Ela é composta por 3 belos edifícios, são eles: Casa de Concertos, Catedral Alemã e Catedral Francesa.

8. Checkpoint Charlie

Esse era o mais famoso posto de fiscalização na fronteira do Muro de Berlim, o qual era apenas ocupado por militares das Forças Aliadas e diplomatas.

9. Baladas: Berghain e Watergate

A primeira é a mais popular da cidade, mas também a mais difícil de se entrar, a escolha de quem entra e quem fica do lado de fora é completamente aleatória, o segurança precisa "ir com a sua cara". Caso a Berghain não dê certo, a segunda opção e tão boa quanto é Watergate.

Beijos!
Tenham um ótimo fim de semana!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Jet lag: O que é? E como eu passei por ele?


Oi, pessoal!

Primeiramente, o que é o Jet lag que todo mundo fala?

Nada mais é do que um distúrbio do sono provocado pela mudança brusca de fuso horário. Normalmente, isso acontece quando alguém viaja de avião de um país para outro e há uma mudança de fuso horário, provocando uma descompensação no relógio biológico, significando que a pessoa não consegue acompanhar o horário local.

Após toda essa explicação, eu devo confessar a vocês que eu sofro seriamente de Jet lag sempre que eu faço uma viagem internacional e é horrível, pois eu passo uma semana ou quase isso para me recuperar do horário doido que fica na minha cabeça.

A luz solar não faz muito sentido para mim, a hora que eu vejo no relógio tampouco, e o pior é que a minha cabeça faz ainda menos sentido. Meu cérebro parece estar um pouco embaralhado. É difícil.

Sendo assim, quando eu cheguei na Alemanha no sábado pela manhã bem cedo, eu só queria dormir, então dormi pela manhã, dormi a tarde, só acordei para comer e depois para sair. No dia seguinte põe mais sono, e só acordo para comer porque tem quem me chame.

Eu estava funcionando completamente no horário do Brasil, enquanto aqui é de manhã, no Brasil é de madrugada, logo esse é o meu fuso horário. Vida difícil. Esse sofrimento perdurou até pelo menos a quarta-feira. Mas deu tudo certo, Me recuperei.

Depois um amigo me enviou uma foto com a informação de que para evitar o Jet lag, a pessoa que fez uma viagem difícil entre fusos deve permanecer 16 horas em jejum, pois isso faz com que seu corpo faça uma reprogramação biológica.

Bom, eu não tentei a proeza, pois não dava mais tempo. Mas eu acredito que não conseguiria jejuar mesmo assim.

Eu espero que vocês tenham gostado da informação.

Fiquem com Deus e até mais!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Por que a Alemanha?


Gente, eu sei que essa pergunta já foi meio respondida no post passado, no entanto, com o passar dos anos as coisas mudam, e as coisas não são tão preto no branco como eu expliquei no post anterior, claro que o motivo principal é aquele lá, mas o que vocês não sabem é que...

...eu tinha desistido de aprender alemão, haha, então a pergunta que surge é: o que diabos você está fazendo na Alemanha?

Engraçado, né? Eu mudo constantemente de opinião. Quando eu entrei na universidade (sou formada em Direito), meu sonho, meta e objetivo eram um só: me formar e prestar o concurso para o Instituto Rio Branco (é daí que saem todos os diplomatas do Brasil).

Eu estava completamente focada nessa meta, logo, o que eu precisava para esse concurso era falar inglês fluente, ter noções de espanhol e de francês, além, claro, de falar português. Assim, de que me serviriam os outros idiomas? Eu só precisava de 3 mesmo. Desse modo, eu dei 'tchau' para a minha listinha de sonhos.

Eu já estava na universidade e só falava português, eu fiquei desesperada, imediatamente tracei um plano de quantos idiomas eu precisava aprender durante a faculdade e coisas que eu deveria saber para tentar o Itamaraty (depois de uns 2 anos esse plano foi por água abaixo, mas valeu a tentativa).

Durante a faculdade eu fiz uma amizade muito preciosa com o Júlio, ele é uma inspiração no campo dos idiomas, ele fala português, inglês, italiano e alemão. O sonho dele era viver na Alemanha, fazer uma pós-graduação nesse país.

Obviamente, com sonhos tão similares nós nos identificamos rapidamente. E um dos nossos sonhos em comum se tornou viajar para a Europa juntos. Tentamos fazer isso no início de 2014, mas não deu certo. Quando eu voltei para o Brasil ele ficou insistindo que eu deveria aprender alemão, como eu estou sempre aberta a aprender novos idiomas eu passei a reconsiderar o alemão como uma das minhas opções, afinal, eu já estava em um curso de francês e outro de italiano mesmo, que mal faria chegar ao 5º idioma?

Ele me emprestou alguns livros e me deu algumas dicas do idioma. Eu passei a estudar sozinha em casa, o estímulo não veio. O tempo passou e ele continuou na ideia de viajarmos. Eu tinha acabado de voltar da Europa, sendo assim, não havia muita possibilidade de viajar para o Velho Continente uma segunda vez no mesmo ano.

O que é mais incrível é que já muito próximo de Setembro, da data em que ele escolheu para realizar seu sonho, ele me convenceu a seguir junto com ele. O italiano e o francês ficaram para trás e o alemão virou primeira opção. Fácil assim, como num passe de mágica.

Incrível, né? Mas a vida é assim, necessariamente feita de escolhas. Eu escolhi dedicar um ano da minha vida ao estudo de idiomas e não me arrependo nenhum pouco das minhas escolhas. Às vezes, as escolhas que fazemos não são as que as outras pessoas esperam de nós. Mas se essas escolhas são os que nos fazem felizes, qual o problema? 

O tempo que eu vou passar aqui não é o suficiente para aprender o alemão, que é um idioma difícil, mas não é pouco, tendo em vista o fato de que eu estarei em contato com o alemão e com a cultura alemã o tempo todo. Eu ainda estou estudando em casa. A data do curso não bateu com as minhas datas aqui, o grande detalhe foi que eu aceitei ir para a Polônia durante a semana, quando eu achava que era no fim de semana, mas paciência, tudo tem seu tempo e seu jeito.

A Alemanha está se revelando um bom lugar para aprender o idioma e para se morar. Eu tenho certeza que vou ter ótimos relatos para compartilhar.

Beijos e até a próxima!

sábado, 27 de setembro de 2014

Como proteger a sua mala de viagem?

Oi, pessoal!

Hoje eu venho aqui para compartilhar uma dica muito útil, eu tive essa ideia quando eu estava comprando a minha mala de viagem. E imediatamente comprei o item tão cobiçado. Papel-filme.

Eu fiquei pensando em todas as malas que eu já vi no aeroporto, protegidas de alguma forma. E eu fico morrendo de pena da mala quando eu viajo, pois sempre estraga ou suja muito.

Eu já vi mala enrolada em plástico bolha, em plástico normal, em plástico resistente e teve uma memória que me remeteu ao papel-filme. Então, eu pensei "Por que não tentar?"

Rapidamente eu comprei o rolo de papel-filme e ele ficou na minha casa esperando o dia certo de usar.

No dia da minha viagem para Fortaleza, eu levei a mala para a sala (com a ajuda do meu pai, ela estava pesada demais) com o intuito de enrolar o plástico. Esqueci (todos choram). Minha mala de novinha passou a bem usadinha quando eu peguei ela na esteira do aeroporto de Fortaleza. 

Deu tanto desgosto que eu resolvi comprar um papel-filme em Fortaleza para proteger a mala para a viagem a Frankfurt. Se numa viagem curta como é Natal-Fortaleza sujou, imagina na outra que o pessoal ainda é menos zeloso.

Eu enrolei a mala bem direitinho, como a minha mala é grande precisa de um rolo inteiro de 15 metros, talvez um de 20 metros seja até melhor, pois é importante dar mais de uma volta na bolsa, eu acho que 3 voltas são suficientes.

A minha bolsa ficou tão bem embalada que o único dano que o plástico teve foi um furinho na frente, ela ficou perfeita e o plástico funcionou super bem. E o melhor é que você tem certeza de que ninguém mexeu na sua bagagem, ainda mais quando você deixa a mala com as travas embaixo do plástico.

Minha mala após a viagem Fortaleza-Frankfurt
Se vocês quiserem um vídeo explicando como eu fiz a proteção da minha mala escrevam nos comentários, que eu o farei em breve.

Beijos!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Voando para a Alemanha

Oi, pessoal!

Como vocês estão? Gostaram do post de ontem? Então para dar continuidade...

O lugar marcado na minha passagem era mais ou menos no meio do avião, então eu esperei a informação de que eu poderia embarcar - sentada na sala de embarque -, nada de ir para as filas que demoram um ano para andar, fiquei lá quietinha. Não sei se o pessoal da Companhia chamou, mas quando eu vi que faltavam poucas pessoas para embarcar e não tinham chamado a minha cadeira, eu resolvi seguir para a fila, que já estava bem menor.

Chegando na aeronave eu dei de cara com a parte executiva, cadeiras maiores, mais confortáveis, dois corredores - como de costume - com 3 fileiras de cadeiras, mas emparelhadas em pares - eis o diferencial da executiva.

Quando eu vi que a classe executiva era assim, eu estava esperando uma econômica ruim, mas ao contrário da imagem que haviam me passado da Condor eu me surpreendi. Eu gostei do avião, parecia novinho, a cadeira era confortável, maior do que a última que eu havia viajado, apenas 3 lugares na fileira do meio, com a TV no assento da frente - a pessoa tinha que pagar para ver mais conteúdo na TV - e o fone de ouvido também era pago - caso você quisesse um.

Visão da minha cadeira

A TV bonitinha que ficava na cadeira da frente para eu assistir
O lugar reservado aos pés e a alguma bagagem de mão era bem espaçoso, a despeito do compartimento superior de bagagem (dessa vez eu fiquei no meio e esse compartimento parecia ter menos espaço que os das laterais). Mas eu gostei de tudo na aeronave.

O banheiro também era bom, a viagem foi tranquila, sem turbulência, sem criança chata chorando ou pais incômodos ao meu redor.
Propaganda gratuita da Condor hehe

Eles serviram duas refeições, um jantar bem gostoso (que eu esqueci de tirar a foto), tinha salada, pão, manteiga, geleia, o prato principal era arroz com uma carne cozida e um pudim de sobremesa, além das bebidas, que podiam ser água, suco, chá ou café.

O café da manhã estava gostoso também. As bebidas oferecidas no café da manhã eram as mesmas do jantar. Definitivamente, gostei muito da Condor.

Café da manhã

Quando o avião aterrissou eu passei pela imigração mais uma vez. E dei "Oi" para o aeroporto de Frankfurt, onde o meu amigo alemão estava esperando a mim e ao meu amigo brasileiro, em companhia do pai.

E assim começa a minha temporada na Alemanha.

Beijos, queridos! E até a próxima!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Minha estadia em Fortaleza

Oi, pessoal!

Tudo bem?

Eu sei que eu estou devendo milhões de posts para vocês, mas os dias que antecederam a viagem, os dias em que ela acontecia e os dias seguintes foram bem difíceis. Felizmente, eu tive a grande ajuda de Raylane, vulgo Ray (que insiste em não fazer um perfil próprio no blog), nesses dias em que eu estive ausente.

Mas a partir de hoje eu irei falar dessa nova viagem, desse novo intercâmbio - como vocês preferirem - e vou contar para vocês o que faltou do meu primeiro intercâmbio, ou seja, tudo, mas gradualmente, entre um post e outro eu vou contando para vocês as minhas antigas aventuras.

E agora, eu vou contar um pouquinho da minha viagem atual. 

Em um post anterior de setembro eu mencionei que estava indo para a Alemanha passar uma temporada, não defini data, nem duração, nem o que eu estava indo fazer, mas isso é história para outro post.

O que eu vou dividir com vocês hoje é o seguinte: eu comprei um vôo para a Alemanha pela Condor (Companhia Aérea Alemã), o vôo tinha origem em Fortaleza com destino a Frankfurt (vôo direto). Sendo assim, eu busquei uma passagem barata Natal-Fortaleza no mesmo dia do vôo para a Alemanha. Não encontrei pela Gol no mesmo dia sem conflitar com o horário da viagem para o exterior - escolhi essa empresa, pois minha mãe presenteou a mim e ao meu amigo com as passagens. Logo, resolvemos comprar as passagens para o dia anterior.

Agora a preocupação era encontrar um lugar não muito caro para ficar e se programar direitinho para o vôo do dia seguinte. O pai do meu amigo tem um amigo em Fortaleza e concordou em nos hospedar. Tudo combinado, tudo certo. Partiu Fortaleza!

No aeroporto de Natal (esqueci de tirar voando)

Eu e Júlio
O vôo chegou com certa antecedência, o senhor Alexandrino foi nos buscar no aeroporto e nos levou para uma pousada, para que nós pudéssemos nos acomodar melhor, sem preocupação de horário ou barulho ou qualquer coisa. Nos tratou super bem, como filhos. E o mais interessante é que era o aniversário dele. Nossa, eu fiquei bem surpresa.

Depois de nos instalarmos fomos dar uma volta pela orla da cidade, em seguida, ele nos levou para jantar na casa dele, a esposa, as filhas e a sobrinhas estavam preparando o jantar. Estava delicioso, até peguei uma receitinha com a dona da casa. São pessoas adoráveis. A sensação é de que nos conhecíamos há muito tempo. São poucos os locais e as pessoas que nos fazem sentir tão bem. Eu tenho muito o que agradecer a essa família tão boa.
A família do seu Alexandrino, comigo e o meu amigo, mas está faltando o filho e a esposa na foto
No dia seguinte, eu acordei no horário programado, tomei café da manhã, comprei as últimas coisas que faltavam, fui almoçar na casa do seu Alexandrino e ele nos deixou no aeroporto aproximadamente às 14 horas para um vôo que seria às 16:50, é um horário relativamente tarde para um vôo internacional (em tese você tem que estar no aeroporto com pelos menos 3 horas de antecedência).

Fizemos check-in, passamos pela inspeção, polícia federal e então aeronave.

A história continua no próximo post!

Beijos!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Viagem a Santiago do Chile (parte 1)

Oi, pessoal! Como vocês estão? Aqui é Ray. Infelizmente não foi possível postar esse final de semana. Quem está acompanhando as postagens sabe que Egle viajou para a Alemanha e vai passar um tempo até se adaptar ao fuso horário de lá. Não se preocupem, tudo será resolvido logo!

Então, voltei para continuar a série de posts sobre a viagem a Santiago do Chile. Não quero que as postagens fiquem muito longas, então vou tentar ser o mais objetiva possível. Se faltar alguma coisa, ou se tiverem alguma dúvida, deixem nos comentários do blog, ou na fan page do facebook e eles serão devidamente respondidos!

Escolha do local
Como havia dito no post anterior, acreditava que minha primeira viagem internacional seria para Buenos Aires, porque já havia feito muitas pesquisas em relação a cidade, visto muitos vlogs e tudo, porém Fernanda (amiga que viajou comigo) abriu meus olhos para Santiago. Principalmente por causa da época em que iríamos viajar, no finalzinho de agosto. Descobrimos que ainda haveria neve na Cordilheira dos Andes e isso foi o ponto final para a escolha Até então, nunca havíamos visto neve.

Compra das passagens
Eu acredito que tivemos muita sorte com relação as passagens. Para quem mora na Paraíba sabe o quanto é difícil conseguir preços bons saindo de João Pessoa. Decidimos um prazo para que comprássemos nossas passagens. Estipulamos até a metade de junho, para que a partir da daí, escolhêssemos o que faltasse para a concretização da viagem. Passamos cerca de um mês pesquisando as passagens em todos os sites possíveis e acabamos comprando no: www.tam.com.br.  Nosso voo saiu por cerca de R$900,00 para cada, ida e volta, saindo do aeroporto João Suassuna, que fica em Bayeux.  Minha dica é: não deixe de pesquisar nos sites das empresas, principalmente se você tem cartões que acumulam milhas. Claro que é sempre bom olhar no Submarino Viagens, ou no Decolar.

Escolha do Hotel
Na verdade, ficamos em um apart-hotel. Para encontrar foi uma saga! Passamos cerca de 2 meses pesquisando onde ficaríamos. Acho que já conhecia Santiago antes mesmo de ir, apenas de andar no Street View. Sério, é uma das melhores coisas a se fazer antes de viajar.

Voltando. A ideia inicial seria ficar em um hostel, porque é mais barato e poderíamos conhecer muita gente, mas ficamos com receio, já que era nossa primeira viagem internacional e não sabíamos como seria, se era seguro, etc. Então, resolvemos buscar um apartamento que tivesse cozinha, assim compraríamos alimentos para os cinco dias em que estivéssemos e não gastaríamos comendo fora (pesquisando, vimos que a comida lá não é muito barata).

Depois de muita pesquisa no Booking, escolhemos o Santiago World Apartaments, um ap com sala, cozinha americana, varanda e um quarto com suíte. Reservamos e saiu tudo por $300,00 UD. Achamos que valeu super. O apartamento fica no centro da cidade, perto da Calle Augustinas (onde dá pra trocar seus reais/dólares), perto do Cerro Santa Lucía, de supermercado, farmácia, lojas, enfim. Fizemos os pontos turísticos todos a pé. No Google Maps parecia mais distante, mas que nada! O máximo de caminhada seria uns 30 minutos, você nem sente!

O dono do apartamento é o Sr. Luiz Martínez, muito gente boa, atencioso e engraçado! Ele também trabalha como taxista e nos levou para diversos lugares à noite (preferimos ir de táxi e o preço é parecido com o daqui, aliás, ainda achamos mais barato por lá) e ainda deu dicas de balada e restaurante, além de nos dar um mapa da região.

O pagamento é feito no dia em que você chega, então se puder levar em dólares, é melhor! Pode ser que o real esteja desvalorizado e quando converter do dólar para o peso e do peso para o real, você saia perdendo. Sim, é possível pagar em qualquer uma das três moedas.


Vou deixar umas fotos (desculpem a qualidade e a bagunça, tiramos as fotos depois de nos instalarmos - e bagunçarmos tudo) para que vocês vejam o interior do apartamento (apesar de já ter fotos no booking).





























Então, eu disse que ia fazer um post pequeno, mas é tanta coisa pra falar que acabo me perdendo. Espero que ajude e, como eu disse no início do post, qualquer dúvida, estou por aqui. Depois virão mais textos sobre os pontos turísticos que visitamos.
Um beijo!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

5 dicas para sua primeira viagem internacional de avião




Oi, pessoal! Aqui é Ray novamente. Conversando com Egle sobre viagens percebemos que muitos detalhes passam despercebidos para os que viajam de avião pela primeira vez, principalmente se é uma viagem internacional. Você sabia que no avião é possível comprar alguns produtos ainda mais baratos que no free shop? E que não é econômico trocar dinheiro no aeroporto? A partir dessas questões, Egle me pediu para fazer um texto sobre algumas dicas para quem vai viajar para fora do país, mais precisamente pelos países que fazem parte do Mercosul.

A primeira dica: leve uma goma de mascar na bolsa de mão. Sério. Quando o avião está perto de pousar seus ouvidos vão sofrer um pouco (para saber o porquê clique aqui), mascar chiclete ajuda bastante a diminuir a sensação incômoda.

Segunda dica: Não troque dinheiro no aeroporto. Tente trocar em casas de câmbio da sua cidade. E para o caso de você viajar a Buenos Aires ou a Santiago, deixe para trocar no próprio lugar. A diferença é exorbitante. No aeroporto GRU (Guarulhos), troquei R$ 1,00 por $209 CLP (pesos chilenos), já na casa de câmbio, no mesmo dia, peguei $242 CLP. Só troque no aeroporto se você realmente não tiver outra opção.

Terceira dica: Fazer o check-in online é sempre uma boa ideia. Evita alguns estresses do aeroporto e longas filas.  Só tome cuidado para preencher seus dados corretos para evitar transtornos.

Quarta dica: Se você vai viajar para algum país que faz parte do Mercosul, esteja ciente de que precisará preencher um formulário com seus dados e sobre o que vai fazer no país. Esse papel vai ser carimbado ao você passar pela imigração (na chegada ao país) e você tem que guardá-lo, pois ele será necessário na volta. Não tenho certeza se ainda é esse valor, mas, ano passado, a taxa para quem perdia esse papel era de $100,00 USD (dólares).

Quinta dica: Se você vai viajar e já pensa nas compras do Duty Free, essa dica vale muito. Caso não tenha cartão internacional, leve dólares com você no avião, na ida ou na volta. Durante o voo, os comissários de bordo passam um tipo de free shop expresso, produtos com super descontos (você pode olhar as promoções do dia nos catálogos disponibilizados no avião). Fiquei impressionada com os preços, mas não sabia disso antes e nem tinha cartão internacional.


Poderia escrever muito mais sobre o que pesquisei, mas prefiro deixar alguns links que me ajudaram bastante durante o planejamento da viagem:





Essas dicas foram de acordo com minha experiência. Se você tem alguma dica preciosa para compartilhar, deixe seu comentário. Será bienvenido! 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Uma viagem para os Andes


Bom, acredito que vocês não me conheçam, venho por aqui de passagem, consertando algumas coisas técnicas do blog, mas quem acompanha a Fan Page, no facebook, deve ter lido meu nome algumas vezes. Sou Ray, amiga de Egle há uns anos.

Posso dizer que sempre acreditei nos sonhos, aqueles que motivam seus passos, suas lutas diárias e conquistas, mas confesso que nunca imaginei conseguir tão rápido realizar um dos meus desejos mais especiais, viajar para outro país. Não quero desmerecer o Brasil, há muitos lugares por aqui que pretendo visitar, mas essa viagem era diferente.

Pode parecer bobagem, mas sempre fui fascinada pela língua espanhola e tinha muita vontade de passar alguns dias em um país que me fizesse praticar o idioma. Sempre imaginei que minha primeira viagem internacional seria para a Argentina, Buenos Aires mais especificamente, mas depois de pesquisas e por influência de uma amiga, resolvi ir ao Chile. E quer saber? Não poderia ter feito uma escolha melhor.

Depois de três meses de planejamento, economia, pesquisas no google, vários posts de inúmeros blogs e muita conversa, decidimos, uma amiga e eu, que iríamos nos aventurar em Santiago. E falo de aventura porque nenhuma de nós tinha viajado para tão longe (uns sete mil quilômetros) sozinha. Dessa vez era tudo por nossa conta.

Foi um desafio maravilhoso. Desde a escolha da cidade e dos dias em que ficaríamos lá, até a volta. Já que Egle me presenteou com esse espaço, vou deixar minhas dicas e experiências na cidade. Espero que elas ajudem quem está pensando em visitar o país nestes próximos meses e que inspire os que têm a mesma sede de viajar.  

Abaixo, algumas fotos do que está por vir.


Um abraço e até o próximo post!



Foto do Avião: Cordilheira (linda) dos Andes



Cordilheira (foto tirada dentro da van)

Cordilheira dos Andes

Parque Forestal